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FRANKENSTEIN

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Frankenstein é um espetáculo de teatro-dança inspirado na obra homônima de Mary Shelley. O coletivo GOMPA mescla dança, teatro, artes visuais e trilha sonora original para reinventar a primeira obra de ficção científica da história. Conta a trajetória de um ser gerado a partir de outros seres como uma metáfora da nossa constituição brasileira. Nesta montagem, a criatura é uma mulher que não consegue e não quer se adaptar aos desejos do homem que a criou, traçando nos corpos dos bailarinos uma perspectiva dxcolonial.

Frankenstein propõe uma reflexão acerca das nossas relações de pertencimento, discutindo de modo poético questões vinculadas a condição da mulher em nossa sociedade, bem como as violências que ela sofre, especialmente em países da América Latina. Traça relações entre o corpo da mulher e nossa floresta amazônica que vem sendo destruída e historicamente submetida às vontades do homem. Em cena, os bailarinos Fabiane Severo e Alexsander Vidaleti dão vida às vozes de Sandra Dani e Elcio Rossini, em uma encenação de Camila Bauer, com textos assinados pela encenadora ao lado de Pedro Bertoldi e Carina Corá. A cena sonora é assinada por Álvaro RosaCosta. O cenário do artista visual Elcio Rossini, a iluminação de Ricardo Vivian e os figurinos de Renan Vilas compõe a paisagem visual do espetáculo, que conta também com direção coreográfica de Carlota Albuquerque.

FICHA TÉCNICA

Encenação: Camila Bauer
Elenco: Fabiane Severo e Alexsander Vidaleti

Narração: Sandra Dani e Elcio Rossini

Composição e cena sonora: Álvaro RosaCosta

Piano: Simone Rasslan

Coreografia: Fabiane Severo, Alexsander Vidaleti e Douglas Jung

Direção coreográfica: Carlota Albuquerque

Dramaturgia: Camila Bauer, Carina Corá e Pedro Bertoldi

Cenografia e objetos: Élcio Rossini
Iluminação: Ricardo Vivian
Figurinos: Renan Vilas
Arte gráfica: Jéssica Barbosa
Fotografia: Cláudio Etges, Regina Protskof e Vilmar Carvalho

Direção de produção: Fabiane Severo

Produção e realização: Coletivo GOMPA
Apoio:

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PRÊMIOS                                                

10° Olhares da Cena 

Indicações:          

Maquiagem                                        

Design Gráfico

Figurino

Cenário

Iluminação

Trilha Sonora

Bailarina

Bailarino

Direção

Espetáculo   

Prêmios:

Maquiagem

Bailarino

PORTFÓLIO
Portfólio

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RIDER TÉCNICO

Rider de som -  Frankenstein (link)

Rider de luz -  Frankenstein (link)

TEASER

IMPRENSA

CRÍTICAS

DIEGO FERREIRA - OLHAR(ES) DA CENA: " Frankenstein" é o novo e ousado projeto do Coletivo Gompa, que a cada novo trabalho nos coloca diante de novas possibilidades no campo das artes da cena. Fica difícil categorizar e encaixotar em rótulos as produções deste coletivo que nos últimos cinco anos tem se dedicado a pesquisa de linguagem e levado a risca o hibridismo em suas produções. [...] Um trabalho espetacular que fica na nossa memória como aqueles espetáculos inesquecíveis pela entrega de seus realizadores. [...] O projeto Gompa mais uma vez está de parabéns não apenas pelo trabalho, mas pelo conjunto de sua obra que a cada novo passo eleva as produções gaúchas a outros patamares,
Crítica completa aqui.

VANESSA R RICARDO - JORNAL A CENA
"Um dos aspectos mais impactantes do espetáculo é a metáfora da América Latina como um corpo de mulher, um continente que ainda está se entendendo e se reconstruindo. Essa abordagem ressoa profundamente em um contexto onde questões como exploração, violência e resistência são centrais. A montagem dá voz à nossa falta de memória coletiva, questionando como nos relacionamos com nossas raízes e como podemos ressignificar nossa identidade em um mundo marcado por opressões históricas. (…) “Frankenstein” do Coletivo Gompa é uma obra que desafia o público a refletir sobre as cicatrizes deixadas pela colonização e pela exploração ambiental. A escolha de relacionar o corpo feminino à Amazônia é particularmente poderosa, destacando como ambos são territórios de disputa, resistência e resiliência. (…) “Frankenstein” do Coletivo Gompa é uma obra necessária e urgente, que nos lembra da importância de olhar para nossas feridas e transformá-las em força. A montagem é um exemplo de como a arte pode ser um instrumento de reflexão e transformação, questionando narrativas hegemônicas e abrindo espaço para novas possibilidades de existência."

Crítica completa aqui.

TRILHA SONORA

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